Att.

Hello, Strangers.

Nessa vida de ciclos, me encontro em mais uma temporada melancólica típica da transição maio-junho que eu não sei bem o motivo, mas geralmente acontece. Fase essa em que tudo que eu leio, assisto, faço, trabalho não me empolgam em nadinha. Ideias estão aqui, me falta energia para executá-las. Os astros devem explicar essa fase pré inferno astral.

Ainda assim, continuo lendo, assistindo, trabalhando e me instigando a não parar no tempo e não reduzir meu tempo produtivo a feriados e pós jornada de trabalho.

Lendo: Quadrilogia Napolitana – Elena Ferrante

livros_elena ferrante

Apesar de estar demorando demais pra avançar na leitura, a história evolui de forma deliciosa. Aqui acompanhamos duas amigas por muitos percalços da vida da infância, adolescência e vida adulta. Assim, nos são apresentados o Sul da Itália, mas especificamente Nápoles, à partir da década de 50. Temos discussões sobre política, direitos trabalhistas, feminismo, máfia napolitana e, principalmente, a amizade entre Lila e Lenu.

Eu estou na metade do terceiro livro (História de Quem Foge e de Quem Fica) e cada página revela um caminho que te mexe nas entranhas e dá inquietude, o que instiga mais a ler – ainda bem.

Já ansiosa pela adaptação da HBO. 

 

Assistindo:

Tenho continuado com o 365 filmes em 2017 eu aproveitei para inserir uma maratona dos filmes que ganharam “melhor filme” no Oscar em ordem progressiva, isso é, do primeiro lá na década de 30 até Moonlight (a.k.a vencedor melhor filme 2017). É um processo meio cansativo porque puxa uma compreensão que por filmes atuais eu não precisaria ter. Alguns óbvios, como relevar efeitos especiais a ter que considerar contexto histórico, tanto universal, como do cinema.

Até agora vi os 8 primeiros, tendo como favorito o All quiet on the western front (1930) e achando o mais tedioso o Cavalcade (1933).

Em paralelo, tô acompanhando The Handmaid’s Tale. Que é daquelas séries que impactam forte, uma das coisas que me deu uma balançada no meu desinteresse ft. cansaço e correr pra procurar e ler o livro, já colocado na fila pós a quadrilogia da Elena Ferrante.

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O livro no Brasil se chama O conto da aia, da Margaret Atwood e tá sendo altamente indicado por todo mundo, assim como a série. E já tô louca, tanto pra ler, quanto pra ver os 3 episódios que ainda restam e que só saem um por semana.

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Estudando: Bordado livre

Apesar da apatia, uma das coisas que me pegou direitinho e que eu tenho amado pesquisar, estudar e fazer é o bordado livre.

Senti essa necessidade de fazer desenhos mais chapados, com menos camada, com cara mais cartoon e vi no universo do bordado uma ótima forma de estudar isso. Era só uma olhadinha e caí de cabeça. Tô a louca dos bastidores, linhas e agulhas, vivendo no Pinterest em tutoriais e inspirações quando o trabalho aperta e organizando ideias do que é possível e o que quero fazer.

Por mais que o trabalho e a vida me puxem pra baixo, vejo o bordado como aquela sentadinha na janela. Tenho aproveitado, nesse tempo, o silêncio, pra ouvir podcast, pra ouvir músicas que enchem a alma, enquanto as mãos desenham sobre o tecido.

 

Atualização de vida feita.

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