Técnicas, testes e amor

Nessa de focar na monografia, porque a monografia e sim, a monografia (…), a gente adia tanto os planos, a vida, que as vontades passam e a gente nem se dá conta, quando viu, já foi.

E a minha vontade era: testar materiais de desenho!

Desde 2010, na verdade, quando paguei Sketch & Rendering e pude colocar a mão em vários materiais que até então não tinha tido acesso. Mas na época foi quando toda a desmotivação começou, o que é pano pra outra manga.

Bem, hoje com o Sktchy dando um empurrãozinho inspirador, em intervalos da escrita, eu estou me permitindo testar sem medo da síndrome do papel em branco ou de errar. E estou descobrindo materiais realmente apaixonantes (e vontade de gastar, assim que der, em materiais de melhor qualidade).

Com giz de cera, eu já tinha testado algo, mas nada como um retrato:

Tá sendo a possibilidade de ver aonde posso chegar com esse material e comprar crayons no futuro e até então, tô me divertindo principalmente com a rapidez da pintura, já que os pontos mais fortes são os pontos mais escuros e marcados. Mas decididamente, cabelos são mais complicados com giz, porque caso algum traço tenha ido pro lado errado, não há a possibilidade de apagar e tampouco amenizar, fica errado mesmo – até onde sei.

 

Com grafite, tem sido divertido explorar da dureza do HB até a maciez chata do 8B:

E ainda testar o excesso ou simplicidade de sombreamento com hachura que, decididamente, se tornou a minha forma favorita de sombrear.

Com lápis de cor eu já tinha feito mais coisas, desde que aprendi a pintar, só tenho continuado e continuado porque paguei minha língua e hoje é uma das minhas formas favoritas de pintar:

Indo pro digital, os testes com o Illustrator foram bem divertidos (apesar de preferir o photoshop):

E ainda no digital, photoshop:

E acabei de descobrir dois brushes que – preciso – testar!

Voltando ao manual, um material que sempre curti MUITO usar foi caneta (BIC, de preferência). E descobri que misturar as cores pode dar um efeito legal de profundidade, similar ao uso de grafite mais duro + mais macio juntos:

Um material que eu sempre achei lindos resultados e sempre morri de vontade de aprender foi aquarela. Desde o curso de desenho quando a gente usou aquarela escolar, bati o pé e disse que ia aprender. Comprei a minha aquarela fuleira escolar e comecei a testar e me apaixonei porque ver o resultado ali brotar na folha é lindo de-mais. Alguns testes:

Nas imagens aí, desde o papel adequado até o papel mais fuleiro. A diferença é extremamente notável.

E, os  meus últimos e mais visados no momentos, testes com marcadores:

Eu ainda tenho receio com o uso de cores já que não fica gradual como com a escala de cinza, mas chegarei lá (com outro marcadores também, quem sabe 🙂 ).

E é isso, por enquanto. O Sktchy tem me dado as melhores e mais inspiradoras pausas para descanso que eu poderia querer.

 

E adiada por um instante a ideia do varal fotográfico, tô tentando montar um painel em frente à minha mesa com os desenhos que mais tenho gostado. Só pra me lembrar de não parar os testes nunca:

 

ddsfdsfsddsfsd

Ps.: Todos os retratos estão sendo postados em Portraits and Love

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